{"id":285,"date":"2022-03-04T14:20:31","date_gmt":"2022-03-04T17:20:31","guid":{"rendered":"https:\/\/redeargonautas.com.br\/?page_id=285"},"modified":"2023-07-23T09:22:37","modified_gmt":"2023-07-23T12:22:37","slug":"neusa-gusmao","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/redeargonautas.com.br\/index.php\/pesquisadores\/neusa-gusmao\/","title":{"rendered":"Neusa Gusm\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-9d6595d7 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-vertically-aligned-top is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<div class=\"wp-block-media-text alignfull is-stacked-on-mobile is-vertically-aligned-top\" style=\"grid-template-columns:25% auto\"><figure class=\"wp-block-media-text__media\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"871\" height=\"901\" src=\"https:\/\/redeargonautas.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Neusa-1.png\" alt=\"Professora Doutora Neusa Maria Mendes de Gusm\u00e3o. Rede Argonautas - Rede de Pesquisadores em Antropologia e Educa\u00e7\u00e3o\" class=\"wp-image-415 size-full\" srcset=\"https:\/\/redeargonautas.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Neusa-1.png 871w, https:\/\/redeargonautas.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Neusa-1-290x300.png 290w, https:\/\/redeargonautas.com.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Neusa-1-768x794.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 871px) 100vw, 871px\" \/><\/figure><div class=\"wp-block-media-text__content\">\n<p class=\"has-drop-cap has-normal-font-size\">N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil falar sobre n\u00f3s mesmos. Trata-se de um desafio. Desde muito cedo havia me proposto um caminho que me levasse a uma universidade e ao curso de Ci\u00eancias Sociais. N\u00e3o por acaso. Hoje sei o significado daquilo que vivi na cidade oper\u00e1ria onde cresci, junto a oper\u00e1rios ligados ao Partido Comunista atuantes nos anos de 1950\/60 no Sindicato de Trabalhadores da Ind\u00fastria local. Sei o que vivi como filha de pais camponeses que trilharam a migra\u00e7\u00e3o campo-cidade e se tornaram, oper\u00e1rios, para enfim, livres do jugo da f\u00e1brica, se tornarem pequenos comerciantes. Lembro, sobretudo, a experi\u00eancia da escola p\u00fablica at\u00e9 chegar ao secund\u00e1rio, que desvelou outras realidades, possibilidades, expectativas e limites como experi\u00eancias definitivas em minha vida, a fazer de mim, aquilo que sou como pessoa, como profissional com minha vis\u00e3o de mundo sempre disposta a aprender. A aprendizagem do que sou e do mundo \u00e0 volta tece a trama do caminho que me levou \u00e0 universidade e me fez antrop\u00f3loga.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">Ap\u00f3s a descoberta e a aprendizagem de um mundo conturbado \u2013 est\u00e1vamos em plena ditadura \u2013 migrei do interior para S\u00e3o Paulo, voltei \u00e0 escola p\u00fablica para terminar o secund\u00e1rio, fui banc\u00e1ria at\u00e9 entrar na Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica de S\u00e3o Paulo, a PUCSP e trilhar um caminho como estudante a trabalhar com pesquisas de opini\u00e3o e assim, desvendar o mundo de meus sonhos: a forma\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias Sociais, como Bacharel e Licenciada. Foi na PUCSP que descobri e fui seduzida pela Antropologia. Nessa institui\u00e7\u00e3o e nessa \u00e1rea do conhecimento fiz o mestrado, segui com o doutorado e me transferi para a USP, onde finalizei meu doutorado. A forma\u00e7\u00e3o em torno da quest\u00e3o ind\u00edgena e as lutas dos anos de 1960 me levaram de volta realidade campesina, o campo e a luta pela terra foram temas importantes nessa caminhada e, finalmente, dos grupos camponeses \u00e0 realidade de grupos rurais negros (nominados assim na \u00e9poca), hoje quilombolas, foi um passo contingente a me formar pesquisadora. Aprendi com camponeses, negros, negras, homens, mulheres, crian\u00e7as e muitos outros a complementar o saber acad\u00eamico de meus mestres nas universidades onde estudei (PUCSP e USP) e nas quais fui docente de antropologia (PUCSP; UNESP; UNICAMP) por quase quarenta anos. Segui a senda profissional com pesquisas realizadas em Portugal, com imigrantes africanos e a realidade das pol\u00edticas educacionais do governo portugu\u00eas, obra base de minha Livre-Doc\u00eancia e j\u00e1 publicada. Os debates em torno da Antropologia e\/da Educa\u00e7\u00e3o fizeram-me al\u00e7ar a condi\u00e7\u00e3o de Professora Titular, na UNICAMP e hoje, aposentada das lides da doc\u00eancia, sigo estudando, dando palestras e escrevendo muito na trilha em que me fiz e continuo aprendendo a ser antrop\u00f3loga.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-normal-font-size\">Convido-os, assim, inspirada em Carlos R. Brand\u00e3o, a seguirem comigo a minha viagem \u00e0 casa da mem\u00f3ria, acompanhar meu trajeto registrado em artigos, livros, entrevistas e, assim, compreender que essa caminhada de lembrar e pensar sobre o mist\u00e9rio da lembran\u00e7a \u2013 de ontem e de hoje \u2013 pode ser perigosa. Perigosa, principalmente quando transformada na palavra escrita, registro permanente daquilo que somos, daquilo que fazemos e dos compromissos assumidos, mas que tamb\u00e9m, transforma o vivido, que \u00e9 muito mais complexo e intenso naquilo que \u00e9 escrito. Ainda assim, a escrita suscita &nbsp; processos de reflex\u00e3o e efeitos que v\u00e3o al\u00e9m da escrita, envolve a experi\u00eancia, a descoberta e a aprendizagem resultante do universo no qual se est\u00e1 e se vive. Nesse sentido, aprender \u00e9 conhecer, \u00e9 aprendizagem, \u00e9 dialogar e o di\u00e1logo que aqui se apresenta, nos lembra nossa singularidade e especificidade hist\u00f3rica e, nos lembra tamb\u00e9m, que somos parte de um coletivo, chamado humanidade e de sua dimens\u00e3o social e pol\u00edtica da qual somos todos respons\u00e1veis. Cabe a n\u00f3s e \u00e0 ci\u00eancia que praticamos a transforma\u00e7\u00e3o do mundo em uma realidade mais equ\u00e2nime e justa.<\/p>\n<\/div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais sobre a Neusa:<\/h5>\n\n\n\n<p><strong>Lattes<\/strong>: <a href=\"http:\/\/lattes.cnpq.br\/6307432429392251\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">http:\/\/lattes.cnpq.br\/6307432429392251<\/a> <\/p>\n\n\n\n<p><strong>Orcid<\/strong>:<a href=\"Orcid: http:\/\/orcid.org\/0000-0002-5627-1286\"> <\/a><a href=\"http:\/\/orcid.org\/0000-0002-5627-1286\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" title=\"Orcid Neusa Gusm\u00e3o\">http:\/\/orcid.org\/0000-0002-5627-1286 <\/a><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\"><strong>Publica\u00e7\u00f5es<\/strong><\/h6>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><a href=\"http:\/\/www.portal.abant.org.br\/aba\/files\/456775_00139685.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"\">Quilombos, quilombolas: dizeres acad\u00eamicos, jur\u00eddicos e pol\u00edticos na dan\u00e7a das categorias.<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><a href=\"http:\/\/www.ufes.br\/ppghis\/dimensoes\/index.php?id=edicao-atual\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Na terra do outro: presen\u00e7a e invisibilidade de estudantes africanos no Brasil, hoje<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"> <a href=\"http:\/\/Identidade quilombola e processos educativos presentes num quilombo urbano: o caso do Quilombo Brotas\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Identidade quilombola e processos educativos presentes num quilombo urbano: o caso do Quilombo Brotas<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><a href=\"http:\/\/www.revista-realis.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Africanidades e Brasilidades: desafio da forma\u00e7\u00e3o docente<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><a href=\"http:\/\/www.seer.ufs.br\/index.php\/tomo\/issue\/view\/118\/showToc\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Africanos no Brasil, hoje: imigrantes, refugiados e estudantes<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><a href=\"http:\/\/revistas.usp.br\/ceru\/issue\/current\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\u00c1frica, Portugal e Brasil: um novo tri\u00e2ngulo das Bermudas?<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><a href=\"https:\/\/www.scielo.br\/j\/pp\/a\/4tKDzGKJK4MW7BWTssjP6hw\/?lang=pt\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Forma\u00e7\u00e3o docente para a diversidade: dilemas, desafios e perspectivas no di\u00e1logo Antropologia e Educa\u00e7\u00e3o<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><a href=\"https:\/\/www.revistas.usp.br\/cadernosdecampo\/article\/view\/56167\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Antropologia e\/da Educa\u00e7\u00e3o no Brasil: Entrevista com Neusa Gusm\u00e3o<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><a href=\"https:\/\/periodicos.unb.br\/index.php\/linhascriticas\/article\/view\/4463\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Antropologia e educa\u00e7\u00e3o: um campo e muitos caminhos<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><a href=\"https:\/\/periodicos.ufpe.br\/revistas\/revistaanthropologicas\/article\/download\/24033\/19495\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Dossi\u00ea:<strong>&nbsp;<\/strong>Antropologia, Educa\u00e7\u00e3o, Alteridades e Desigualdades<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><a href=\"https:\/\/periodicos.ufpe.br\/revistas\/revistaanthropologicas\/article\/viewFile\/24036\/19498\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Antropologia, Cultura e Educa\u00e7\u00e3o na Forma\u00e7\u00e3o de Professores<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><a href=\"https:\/\/revistas.ufrj.br\/index.php\/rce\/article\/view\/13651\/pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\" title=\"125Revista Contempor\u00e2nea de Educa\u00e7\u00e3o, v. 13, n. 26, jan\/abr 2018http:\/\/dx.doi.org\/10.20500\/rce.v13i26.13651DOSSI\u00caEtnografias na\/e educa\u00e7\u00e3o: um olhar  sobre  quilombolas  no Brasil e africanos em Portugal\">Etnografia na\/e Educa\u00e7\u00e3o: um olhar sobre quilombolas no Brasil e africanos em Portugal<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><a href=\"https:\/\/periodicos.uff.br\/antropolitica\/article\/view\/42067\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Antropologia, Educa\u00e7\u00e3o e \u00c9tica: desafios no e do campo cient\u00edfico<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\">GUSM\u00c3O, Neusa M. M. Antropologia e Educa\u00e7\u00e3o Quilombola: etnicidade e media\u00e7\u00e3o. In: <em>ENTRERIOS<\/em>, Revista do PPGANT \u2013 UFPI, Teresina, Vol. 3, n. 1, 2020. Pp. 9 \u2013 26<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\">GUSM\u00c3O, Neusa M M.<strong> <\/strong>Antropologia, Estudos Culturais e Educa\u00e7\u00e3o.<strong> <\/strong><em>Pro-Posi\u00e7\u00f5es<\/em>, v. 19, n. 3 (57) &#8211; set.\/dez. 2008<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_issuetoc&amp;pid=0103- 730720100002&amp;lng=pt&amp;nrm=iso\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Por uma Antropologia da Educa\u00e7\u00e3o no Brasil<\/a> \u2013 Resenha do livro de ROCHA, Gilmar e TOSTA, Sandra Pereira. <em>Antropologia &amp; Educa\u00e7\u00e3o<\/em>. Belo Horizonte: Aut\u00eantica Editora, 2009<\/p>\n\n\n\n<h6 class=\"wp-block-heading\"><strong>Publica\u00e7\u00f5es em livro<\/strong><\/h6>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\">GUSM\u00c3O, Neusa M. Mendes de. (org.) <em>Diversidade, cultura e educa\u00e7\u00e3o. Olhares cruzados<\/em><strong>.<\/strong> S\u00e3o Paulo: Biruta, 2003<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\"><em>Os Filhos da \u00c1frica em Portugal. Antropologia, multiculturalidade e educa\u00e7\u00e3o<\/em>. Belo Horizonte: Aut\u00eantica, 2005<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\">GUSM\u00c3O, Neusa M M. Antropologia e Educa\u00e7\u00e3o: hist\u00f3ria e trajetos\/Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o \u2013 Unicamp. In: GROSSI, Miriam Pillar; TASSINARI, Antonella; RIAL, Carmen (Orgs.) <em>Ensino de antropologia no Brasil: forma\u00e7\u00e3o, pr\u00e1ticas disciplinares e al\u00e9m-fronteiras.<\/em> Florian\u00f3polis, SC: Nova Letra\/ABA, 2006<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\">GUSM\u00c3O, N. M. M. Realidade e utopia: diversidade, diferen\u00e7a e educa\u00e7\u00e3o. In: GOBBI, M. A. e NASCIMENTO, M.L. B. P. (Orgs.) <em>Educa\u00e7\u00e3o e Diversidade Cultural: desafios para os estudos da inf\u00e2ncia e da forma\u00e7\u00e3o docente. <\/em>Araraquara, SP: Junqueira &amp; Marin Editores, 2012<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\">GUSM\u00c3O, N. M. M. e SOUZA, M. L. A.&nbsp; Educa\u00e7\u00e3o Quilombola: entre saberes e lutas. IN: DAUSTER, T.; TOSTA, S.P.; ROCHA, G. (Orgs.) <em>Etnografia e Educa\u00e7\u00e3o. Culturas escolares, forma\u00e7\u00e3o e sociabilidades infantis e juvenis. <\/em>Rio de Janeiro: Editora Lamparina, 2012<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\">GUSM\u00c3O, N. M. M. Diversidade cultural e a quest\u00e3o da diferen\u00e7a na educa\u00e7\u00e3o. In: ARAUJO, M. da S.; MORAIS, J. de F. dos S. (Orgs.) <em>Vozes da Educa\u00e7\u00e3o. Forma\u00e7\u00e3o de Professores, narrativas, pol\u00edticas e mem\u00f3rias. <\/em>Rio de Janeiro: EDUERJ, 2012<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\">GUSM\u00c3O, N. M. M. e SOUZA, M. L. A.&nbsp; Educa\u00e7\u00e3o Quilombola: entre saberes e lutas. IN: DAUSTER, T.; TOSTA, S.P.; ROCHA, G. (Orgs.) <em>Etnografia e Educa\u00e7\u00e3o. Culturas escolares, forma\u00e7\u00e3o e sociabilidades infantis e juvenis. <\/em>Rio de Janeiro: Editora Lamparina, 2012<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\">GUSM\u00c3O, N. M. M. Diversidade cultural e a quest\u00e3o da diferen\u00e7a na educa\u00e7\u00e3o. In: ARAUJO, M. da S.; MORAIS, J. de F. dos S. (Orgs.) <em>Vozes da Educa\u00e7\u00e3o. Forma\u00e7\u00e3o de Professores, narrativas, pol\u00edticas e mem\u00f3rias. <\/em>Rio de Janeiro: EDUERJ, 2012<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\">GUSM\u00c3O, Neusa M M.&nbsp; A Lei 10 639\/2003 e a forma\u00e7\u00e3o docente: desafios e conquistas \u2013 JESUS, R. &nbsp; F.; ARAUJO, M. S.; CUNHA Jr. H. (Orgs.) <em>Dez<\/em> \u201c<em>Anos da Lei 10.639\/03. Mem\u00f3rias e perspectivas\u201d.<\/em> Fortaleza,CE:Edi\u00e7\u00f5es UFC., 2013<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\">GUSM\u00c3O, N. M. M. Comunidades Rurais Negras ou Quilombolas? Um debate em torno de categorias e experi\u00eancias. In: GODOI, E. P.; MENEZES, M.A. (Orgs.) <em>Uma Terra Para Se Viver. Assentados, colonos e quilombolas<\/em>. S\u00e3o Paulo; Annalube, 2013<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\">GUSM\u00c3O, Neusa M. M.; GOMES, Janaina Damaceno. Ra\u00e7a, G\u00eanero e Classe Social: a educa\u00e7\u00e3o e seus desafios. In: SCOTT, Parry (Org.) <em>Educa\u00e7\u00e3o, Femenismo e o Estado no Brasil. <\/em>Recife, Editora UFPE, 2016<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\">GUSM\u00c3O, Neusa M. M. Ensino Superior e Presen\u00e7a Negra na Academia Brasileira: entre trajetos e clivagens. In: CHAGAS, Silvania N\u00fabia (Org.) <em>\u00c1frica e Brasil. Culturas hibridas, identidades plurais<\/em>. Salvador, EDUFBA, 2019<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-css-opacity\"\/>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\"><a href=\"https:\/\/redeargonautas.com.br\/index.php\/pesquisadores\/\"><\/a><a href=\"https:\/\/redeargonautas.com.br\/index.php\/pesquisadores\/\">Outros argonautas da rede<\/a><\/h4>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil falar sobre n\u00f3s mesmos. Trata-se de um desafio. 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