Rede Argonautas

No ano de 2023 o campo da antropologia sofreu importantes perdas. A Rede Argonautas presta suas homenagens a essas mulheres e homens que dedicaram suas vidas em prol da alteridade, do entendimento e da interpretação da nossa diversificada humanidade. Maria Stela Grossi Porto, presente. Adriana Abreu Magalhães Dias, presente. Simone Simões Ferreira Soares, presente. Madame Hélène Clastres, presente. Carlos Rodrigues Brandão, presente. Antônio Bispo dos Santos, presente.

Maria Stela Grossi Porto
Adriana Abreu Magalhães Dias
Simone Simões Ferreira Soares
Madame Hélène Clastres
Carlos Rodrigues Brandão
Antônio Bispo dos Santos
Cestaria no Mercado Ver o Peso. Belém do Pará - Brasil (2010). Foto: Anderson Tibau
Diários de Bordo. Museu-da Patagônia Francisco P. Moreno. Argentina (2010). Foto: Anderson Tibau
Cerâmicas na Casa Pueblo. Uruguai, 2012. Foto: Anderson Tibau
Santuario con ofrendas en el Cerro San Cristóbal en Santiago. Chile, 2010. Foto: Anderson Tibau
Mural serigrafia. Paraguai, 2012. Foto: Anderson Tibau.
Pintura nativa no mercado de Otavalo. Equador, 2011. FotoAnderson Tibau.
Murais em Bogotá. Colômbia, 2006. Foto: Anderson Tibau
Isla Saona. República-Dominicana, 2010. Foto: Anderson Tibau
Alunos visitando feira de livros. Cuba, 2012. Foto: Anderson Tibau
Muralismo Maya. México (2012). Foto: Anderson Tibau
Cestaria no Mercado Ver o Peso. Belém do Pará - Brasil (2010). Foto: Anderson Tibau
Diários de Bordo. Museu-da Patagônia Francisco P. Moreno. Argentina (2010). Foto: Anderson Tibau
Cerâmicas na Casa Pueblo. Uruguai, 2012. Foto: Anderson Tibau
Santuario con ofrendas en el Cerro San Cristóbal en Santiago. Chile, 2010. Foto: Anderson Tibau
Mural serigrafia. Paraguai, 2012. Foto: Anderson Tibau.
Pintura nativa no mercado de Otavalo. Equador, 2011. FotoAnderson Tibau.
Murais em Bogotá. Colômbia, 2006. Foto: Anderson Tibau
Isla Saona. República-Dominicana, 2010. Foto: Anderson Tibau
Alunos visitando feira de livros. Cuba, 2012. Foto: Anderson Tibau
Muralismo Maya - México - 2012
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Cestaria no Mercado Ver o Peso. Belém do Pará - Brasil (2010). Foto: Anderson Tibau
Diários de Bordo. Museu-da Patagônia Francisco P. Moreno. Argentina (2010). Foto: Anderson Tibau
Cerâmicas na Casa Pueblo. Uruguai, 2012. Foto: Anderson Tibau
Santuario con ofrendas en el Cerro San Cristóbal en Santiago. Chile, 2010. Foto: Anderson Tibau
Mural serigrafia. Paraguai, 2012. Foto: Anderson Tibau.
Pintura nativa no mercado de Otavalo. Equador, 2011. FotoAnderson Tibau.
Murais em Bogotá. Colômbia, 2006. Foto: Anderson Tibau
Isla Saona. República-Dominicana, 2010. Foto: Anderson Tibau
Alunos visitando feira de livros. Cuba, 2012. Foto: Anderson Tibau
Muralismo Maya - México - 2012
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Dos álbuns de fotos de expedições à Patagônia argentina no início de Século XX ao muralismo Maya de 300-900 d.C. no México, passando pelo detalhe de uma praia caribenha, a luz escrita revela entre natureza e cultura, cores e texturas de variados universos, ancestrais e contemporâneos, nativos e urbanos, da nossa América Latina. As fotografias foram feitas entre os anos de 2006 e 2012 em viagens pelo Brasil, Argentina, Uruguai, Chile, Paraguai, Equador, Colômbia, República Dominicana, Cuba e México.

A Rede Argonautas de Pesquisadores em Antropologia e Educação é uma construção de antropólogos que buscam conceber a Antropologia e a Educação como campos de conhecimento em diálogo no mundo. Objetiva estabelecer trocas acadêmicas com pesquisadores do Brasil e de outros países, bem como agregar resultados de pesquisas, divulgar publicações e eventos relativos ao tema e indicar links, entre outros suportes tecnológicos que permitam visibilizar nossos saberes e fazeres com sabor e arte. O interesse maior é o de possibilitar diálogos em profundidade que permitam consolidar a interface Antropologia e Educação, em termos de campos propositivos, compreensivos e críticos.

Há cem anos Bronislaw Malinowski se inspiraria na Argonáutica, de Apolônio de Rodes, para nos inspirar com inquietação e uma provocação: “cirkular é preciso”! Não temos dúvida que um outro leitor em Pessoa, um navegante moderno português, ratificaria: navegar é preciso! Afinal, navegar é uma ação, um ato de coragem, um risco. E viver sem coragem, sem arriscar-se, sem sonhar, sem partilhar, enfim, sem trocar experiências não é preciso. E Argonautas fazem e se propõem a fazer, trocar experiências, navegar, sonhar, arriscar-se. Como também já o disse Rosa, outro viajante das Gerais: viver é um risco! 

Convidamos todas as pessoas a dialogar conosco! Uma antropologia que se pretende ou se propõe menos a ensinar e mais a aprender. Sugerimos que os estudos antropológicos como “uma forma de viver junto com os outros, é inteiramente educacional”.

Argonautas

Apresentação da vida e obra daqueles que fazem, com liberdade, paixão e pertencimento, a Rede Argonautas navegar.

Ensaios

Espaço de ideia, opinião, reflexão e crítica por meio da livre-troca e do livre-pensar, seja pelas linguagens escrita ou imagética.

Tá na rede

Dicas de filmes, vídeos ou documentários etnográficos que enriqueçam os debates sobre antropologia e educação.

Conexões

Acervo dos seminários “Navegando nas Fronteiras da Antropologia e Educação” realizados pela Rede Argonautas.

YouTube

Em conexão com o nosso canal do YouTube, aqui são encantradas aulas, mesas, lives, debates, grupos de trabalho, etc, que contam com a participação de pesquisadores da Rede Argonautas.

“Sou um homem de causas. Vivi sempre pregando, lutando, como um cruzado, pelas causas que comovem. Elas são muitas demais: a salvação dos índios, a escolarização das crianças, a reforma agrária, o socialismo em liberdade, a universidade necessária. Na verdade somei mais fracassos que vitórias em minhas lutas, mas isso não importa. Horrível seria ter ficado ao lado dos que nos venceram nessas batalhas.” Darcy Ribeiro

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